Sonegação mantém fundos indevidos
Fernanda Monteiro
Vanessa Rafaele
Caixa 2, método utilizado por pessoas físicas e jurídicas para escapar dos tributos, movimentou mais de R$ 1 trilhão em 2004 no país. Esse alto valor é mantido quase que, exclusivamente, pelo não pagamento de tributos, que já atinge 29% das companhias instaladas no país, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IBPT).O dinheiro para o Caixa 2 é ilícito, ou seja, além de não ser declarado à Receita Federal, pode ter origem suspeita, e por isso é mantido em paraísos fiscais.
Segundo o dicionário da economia, paraísos fiscais são “zonas econômicas, onde a regulamentação fiscal e monetária das atividades bancárias é leve ou até inexistente”. Os exemplos são Suíça, Luxemburgo e Panamá, onde o sigilo bancário do correntista é garantido.
Vanessa Rafaele
Caixa 2, método utilizado por pessoas físicas e jurídicas para escapar dos tributos, movimentou mais de R$ 1 trilhão em 2004 no país. Esse alto valor é mantido quase que, exclusivamente, pelo não pagamento de tributos, que já atinge 29% das companhias instaladas no país, segundo o Instituto de Planejamento Tributário (IBPT).O dinheiro para o Caixa 2 é ilícito, ou seja, além de não ser declarado à Receita Federal, pode ter origem suspeita, e por isso é mantido em paraísos fiscais.
Segundo o dicionário da economia, paraísos fiscais são “zonas econômicas, onde a regulamentação fiscal e monetária das atividades bancárias é leve ou até inexistente”. Os exemplos são Suíça, Luxemburgo e Panamá, onde o sigilo bancário do correntista é garantido.

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