População reclama do sistema de transporte
Sorocabanos citam a superlotação e o valor do passe como principais problemas
Daniele Fernandes
Milhares de pessoas utilizam o sistema de transporte urbano de Sorocaba. Só nos dois terminais da cidade, Santo Antonio e São Paulo, as catracas registram em média um movimento diário de 33 mil pessoas. A informação é da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social (Urbes). Ainda segundo a empresa, Sorocaba possui uma frota de 327 ônibus para atender às necessidades da população, sendo que o horário de maior fluxo de pessoas é entre as 16h e as 22h, quando passam pelo terminal Santo Antonio 200 ônibus por hora, alguns deles mais de uma vez. Os usuários reclamam de superlotação, valor do passe e da distribuição dos horários. O estudante Alex Diego Barbosa, 19 anos, comenta que o transporte de Sorocaba está longe de ser um dos melhores do estado, uma vez que os horários das linhas são mal distribuídos, o que gera filas e superlotação. Passageiros do bairro Caguaçu também estão insatisfeitos como os horários disponíveis para essa linha. De acordo com o presidente da Urbes, Renato Gianolla, a oferta de horários de uma linha é relacionada de acordo com a população de cada bairro, ou através de um intervalo máximo definido. Gianolla ressalta que os horários são montados para atender à entrada e saída de trabalhadores e estudantes. ele afirma ainda que a linha 69 Caguaçu opera com quatro pares de horários em dias úteis, pois por se tratar de um bairro rural a demanda é muito pequena. Sobre a questão da superlotação, Gianolla enfatiza que o sistema é dimensionado para operar dentro do limite da lotação nos horários de pico, nas linhas onde a demanda é maior. Outro ponto abordado pelos usuários de coletivos foi o valor do passe. Na opinião do estudante Jefferson da Silva Pinheiro, do Jardim Monterrey, o transporte de Sorocaba é muito caro. “É um abuso o passe custar R$2,00”, dispara. Gianolla justifica afirmando que a tarifa do transporte coletivo é baseada na Planilha de Custos do Sistema que possui itens como: gastos com combustíveis, pneus, peças, despesas gerais e administrativas. “A elevação dos preços dessa planilha precisa ser repassado para a tarifa do transporte”, diz. Ele ainda faz questão de lembrar que Sorocaba é uma das poucas cidades que permite as pessoas se locomoverem de um terminal para outro, utilizar mais de um ônibus, com apenas um passe no valor de R$ 2,00. Já Sirlei Rodrigues, moradora da Vila Carol, reclama das condições de conservação dos coletivos. Gianolla explica que os ônibus passam constantemente por uma manutenção quando necessário são substituidos por outros.
Daniele Fernandes
Milhares de pessoas utilizam o sistema de transporte urbano de Sorocaba. Só nos dois terminais da cidade, Santo Antonio e São Paulo, as catracas registram em média um movimento diário de 33 mil pessoas. A informação é da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social (Urbes). Ainda segundo a empresa, Sorocaba possui uma frota de 327 ônibus para atender às necessidades da população, sendo que o horário de maior fluxo de pessoas é entre as 16h e as 22h, quando passam pelo terminal Santo Antonio 200 ônibus por hora, alguns deles mais de uma vez. Os usuários reclamam de superlotação, valor do passe e da distribuição dos horários. O estudante Alex Diego Barbosa, 19 anos, comenta que o transporte de Sorocaba está longe de ser um dos melhores do estado, uma vez que os horários das linhas são mal distribuídos, o que gera filas e superlotação. Passageiros do bairro Caguaçu também estão insatisfeitos como os horários disponíveis para essa linha. De acordo com o presidente da Urbes, Renato Gianolla, a oferta de horários de uma linha é relacionada de acordo com a população de cada bairro, ou através de um intervalo máximo definido. Gianolla ressalta que os horários são montados para atender à entrada e saída de trabalhadores e estudantes. ele afirma ainda que a linha 69 Caguaçu opera com quatro pares de horários em dias úteis, pois por se tratar de um bairro rural a demanda é muito pequena. Sobre a questão da superlotação, Gianolla enfatiza que o sistema é dimensionado para operar dentro do limite da lotação nos horários de pico, nas linhas onde a demanda é maior. Outro ponto abordado pelos usuários de coletivos foi o valor do passe. Na opinião do estudante Jefferson da Silva Pinheiro, do Jardim Monterrey, o transporte de Sorocaba é muito caro. “É um abuso o passe custar R$2,00”, dispara. Gianolla justifica afirmando que a tarifa do transporte coletivo é baseada na Planilha de Custos do Sistema que possui itens como: gastos com combustíveis, pneus, peças, despesas gerais e administrativas. “A elevação dos preços dessa planilha precisa ser repassado para a tarifa do transporte”, diz. Ele ainda faz questão de lembrar que Sorocaba é uma das poucas cidades que permite as pessoas se locomoverem de um terminal para outro, utilizar mais de um ônibus, com apenas um passe no valor de R$ 2,00. Já Sirlei Rodrigues, moradora da Vila Carol, reclama das condições de conservação dos coletivos. Gianolla explica que os ônibus passam constantemente por uma manutenção quando necessário são substituidos por outros.

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